A pergunta certa antes de uma ação não é "temos tese?". É "o que acontece com o negócio nos anos em que essa ação vai correr?".
Prazo médio, custo de oportunidade, exposição de caixa com garantias e o desgaste da relação comercial entram na recomendação — ao lado da probabilidade de êxito. Há teses excelentes que não valem o litígio, e acordos aparentemente ruins que preservam o que importa.
O critério que usamos
Antes da primeira petição, desenhamos o cenário completo: valor em disputa, custo total estimado (incluindo o tempo da diretoria), alternativas de acordo e o pior cenário realista. A decisão de litigar sai dessa mesa — assinada, com a alternativa descartada e o motivo registrado.
Quer conversar sobre o seu caso?
Uma conversa de 30 minutos costuma bastar.

